InvesteBeer com Wladimir Dianim – Beercast #209

Por | 10 de maio de 2017
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InvesteBeer com Wladimir Dianim – Beercast #209

InvesteBeer com Wladimir Dianim – Beercast #209

Para o episódio de hoje, trouxemos o Wladimir Dianim pra tomar cerveja e contar um pouco do que o Ueslei da Vérios é capaz de fazer com seu dinheiro investido.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Saint  Bier

Cervejaria: Saint Bier Cervejaria
Estilo: Belgian Golden Strong Ale
Álcool (%): 6% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Tulipa

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:


Ouvinte do Beercast pode começar seus investimentos na Vérios a partir de R$ 5.000,00
Para ter acesso ao limite mínimo especial de investimento, acesse: goo.gl/jJbtYG

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • Judas Priest – Rapid Fire
  • Judas Priest – Metal Gods
  • Judas Priest – Breaking The Law
  • Judas Priest – Grinder
  • Judas Priest – United
  • Judas Priest – You Don’t Have To Be Old To Be Wise
  • Judas Priest – Living After Midnight
  • Judas Priest – The Rage
  • Judas Priest – Steeler
  • Judas Priest – Red, White & Blue

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (52:31 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

9 comentários para “InvesteBeer com Wladimir Dianim – Beercast #209

  1. Peter Uebelhart Bresser



    Buenas,

    Os dois últimos episódios só aparecem como “Indisponível” no aplicativo de Podcast do iPhone. Tive que vir ouvir direto da página. Alguém com o mesmo problema?

    Abraços.

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi



      Peter,

      Fizemos a verificação do sistema e tudo está normal. Testando, inclusive, diretamente em um iphone.
      Por favor faça uma nova tentativa de acesso. E qualquer coisa grita aí!

      Abraços!

      Responder
  2. Fabrizio Guzzon



    Salve galera!

    Gostei do programa, não lembro se já tomei a Saint Bier, mas o tema de investimentos é muito legal.
    Talvez não seja algo comum a todos, mas acho um assunto muito legal, e gostei da dica desta corretora, talvez até entre em contato para ver oq faço com o resgate do FGTS

    Abç
    Guzzon

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi



      Boa Guzzon!

      Acho q o tema “guardar dinheiro” é sempre pertinente.
      É um hábito que nós não costumamos cultivar como deveríamos.
      Acho q vale a pena tentar!

      Abração!

      Responder
  3. Daniel Córdova



    Fala pessoal!
    O programa hoje foi bem legal e variado, com diversos assuntos. Rendeu boas conversas e risadas.
    Essa cerveja da Saint Bier também não achei nada demais. A maioria deles acho mediana, inclusive a Stout que ganhou medalha de ouro ano passado como Sweet Stout.
    Os rótulos realmente poderiam melhorar, apesar de achar que deve fazer parte da identidade visual da marca e o posicionamento deles de mercado, público alvo, etc. Eu sinto que a Saint Bier mira num bebedor menos experiente, que está entrando nas cervejas “especiais” e que se sente seguro nessa marca.
    Eles lançaram algumas cervejas diferentes em garrafas de 300 mL e os rótulos eram desenhos bem humorados do monge deles. Mas as cervejas não eram muito impressionantes.

    A Saint Bier é dona da Coruja e tem participação na Barco e na Lay Back. Todas elas são fabricadas em Forquilinha – SC. Na fábrica eles possuem um bar/restaurante bem grande, bonito e que vive lotado.

    Sobre cervejas estragadas, vivo tomando. Alguns estilos realmente perdem a característica, já outros ficam até melhores depois de envelhecidos. Tenho diversas garrafas aguardando para serem tomadas nos próximos anos. Investimentos de médio, longo e longuíssimo prazo (2050).

    Nesse último fim de semana fui fazer um mousse de limão e percebi que as caixinhas de creme de leite estavam vencidas, uma em novembro, a outra em abril. Dei aquela cheirada básica, nada de estranho e botei no doce. Ficou muito bom.

    Eu sou suspeito pra falar, mas depois que conheci as cervejas de qualidade, a motivação para viajar aumentou ainda mais.

    Ah! Aqui na região recentemente abriu a fábrica da cervejaria Unika. Eles tem uma linha de cervejas belgas chamada Bruxa e que tenho achado excelentes. Cada vez mais próximas das belgas. Um dos sócios da cervejaria é o que fez a receita da cerveja Bruxa vendida pela Bierland, uma Blond Ale que venceu o concurso da fábrica na época.

    É isso aí.
    Valeu!

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi



      Fala Daniel!
      Bem legal sua visão sobre a Saint Bier. Acho que faz sentido. Inclusive, as cervejas da Barco (Lay Back eu não conheço), me passam impressões semelhantes às da Saint Bier: Cervejas sem muita ousadia, feitas pra não “ofender” sentidos menos treinados. E que passam a sensação de “ok” para quase todo mundo.
      Agora … Cerveja pra 2050?? Qual cerveja é essa q vc está guardando? São 33 anos de espera? É isso mesmo, Daniel?!
      Eu sou meio desconfiado com comida vencida. Ainda mais se estiver vencida há bastante tempo. Só sou corajoso com cerveja! 🙂
      Viajar é tudo de bom. Por enquanto meus filhos não me permitem aproveitar melhor as visitas às cervejarias. Não que eles “atrapalhem”, mas é que tenho q pensar passeios q seja divertido para todos. Mas vai chegar uma época q poderei fazer só viagens cervejeiras… hehe…
      E eu fiquei curioso para experimentar as cervas da Bruxa. Será q a dificuldade de se chegar na qualidade das belgas (feitas na Europa) são as leveduras?
      Abração!!!

      Responder
      1. Daniel Córdova



        Fala, Rica!

        Então, pra mim a Coruja se encaixa mais nesse perfil que você traçou. A Barco acho que consegue se destacar um pouco mais e faz cervejas mais bem acabadas. Adoro a San Diego, por exemplo.

        Pra 2050 tem uma Westvleteren XII, mas a maioria das outras guardadas estão pra bem antes disso hehe

        Também não me arrisco com comida vencida. Venceu um dia já fico ressabiado hehe Só cerveja que sei que não tem problema.

        Acho que a maior dificuldade de fazer boas cervejas belgas é domar as danadas das leveduras. Mas tem também o aspecto de que não é todo mundo que curte. São mais alcoólicas, mais doces, esterificadas, o pessoal faz cara feia. Aí a saída é fazer algo menos agressivo e que venda mais. Pelo menos eu acho que deve ser isso.

        Abraço!

        Responder
        1. Ricardo Shimoishi



          Legal, Daniel.

          Espero estar vivo em 2050 para ver essa Westvleteren XII aí… hahaha…
          Acho que tenho um pé atrás com a Barco por que ganhamos uns exemplares (nem lembro que cerveja era) da marca quando participamos do Youpix em 2013. E a aparência era maravilhosa. Mas me decepcionou tanto no sabor, que não consigo mais olhar para a marca, sem lembrar disso.
          É.. fazer uma cerveja de estilo belga parece mesmo um desafio.
          Mas vou tentar conseguir uma Bruxa. Fiquei curioso mesmo.

          Abração!!

          Responder

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